Se os clássicos conseguem se adaptar à modernidade e além de sobreviver ainda suscitam a curiosidade e a descoberta, por que nós, clássicos da biologia, fórmula conhecida, estudada, cantada e imortalizada por tantos, temos tanta dificuldade em nos moldar para preenchermos nossos próprios padrões e ideais de felicidade e continuamos escravos dos padrões pré-estabelecidos?