sábado, 9 de maio de 2009
bien...
Estou de títulos curtos, de felicidades transitórias, de compromissos estafantes, estou fatingant. Estou procurando a essência, a carícia cósmica da alegria plena, o complexo sem prolixo e o infinito pacífico. Ainda não cresci totalmente, estou suscetível a pressões, a amores platônicos e a gripes briguentas. Espirro. Estou me encontrando, devagar, em passo lento, tipo valsa de Vivaldi. Um, dois, três, umdoistrês. Não sei o que me move, não sei por que escrevo, respiro, ando e penso. Não sei por que como ou por que amo e confio. Mas penso, como, ando, vejo, repiro, escrevo e confio. AMO. E aprendo também. Aprendo a cada dia que passa que o mundo "tem a cor que a gente pinta" e gira apesar da nossa vontade. Aprendo que existem pessoas boas e pessoas más, mas que ninguém é 100% uma das duas. Aprendo a ficar quieta e deixar de ser metida, ao mesmo tempo que me esforço pra vencer a timidez. Não acredito que a mente se divida (só) em EGO, ID e SUPEREGO e que tudo transite entre o consciente, o incosciente e o préconsciente. Eu sei que o coração bate, mas não me garanto na explicação de que o impulso começa do nó sinuzal. Mas eu acredito em Deus, em amor, em amizade, justiça e honestidade, embora essas "coisas" estejam em faltas nesse mundo que gira oprimido pelos seus próprios moradores.