Devia ter feito uma ciência humana
Onde meu desalinho fosse parte da massa
e meu devaneio, minha atitude.
Devia ter feito um ciência romântica
onde minha cabeça nas nuvens
Não fosse tida como loucura
Devia ter escolhido um caminho de seixos
onde pudesse balançar meus cachos livres
à mercê apenas do peso dos tempos.
E de todos os deveres que tive
Libertar minha alma foi o mais infringido
Aprisionei-me num corpo-tortura
Que se sujeita às ordens de uma sociedade lusco-fusco
Onde a embalagem determina o conteúdo
Devia ter escolhido a loucura
e usá-la como porta de saída
para a respiração dos meus cabelos e curvas
numa profusão de sentimentos.
Onde meu desalinho fosse parte da massa
e meu devaneio, minha atitude.
Devia ter feito um ciência romântica
onde minha cabeça nas nuvens
Não fosse tida como loucura
Devia ter escolhido um caminho de seixos
onde pudesse balançar meus cachos livres
à mercê apenas do peso dos tempos.
E de todos os deveres que tive
Libertar minha alma foi o mais infringido
Aprisionei-me num corpo-tortura
Que se sujeita às ordens de uma sociedade lusco-fusco
Onde a embalagem determina o conteúdo
Devia ter escolhido a loucura
e usá-la como porta de saída
para a respiração dos meus cabelos e curvas
numa profusão de sentimentos.