Riso solto, riso fácil. Vontade de deitar na melodia que é o vento batendo no rosto. Sem motivo, motivado, brinca, pula e volta mil vezes à face. Dança nos lábios, e ainda assim é apenas a ponta do iceberg: ninguém vê que é mero reflexo de todo um processo envolvido. A confiança que achava-se perdida, a felicidade que há muito não resplandecia no rosto preocupado. Os sulcos de um rosto marcado por tantas idas e vindas e calejado de brisa e tufões. Riso que reflete a alma, rosto que transparece o coração.
E ginga e sorri. SÓ RI.
E cresce e vibra.
E no nada ao lado, lembra.
No infinito em frente, traz.
Na música do rádio, pinta.
Na folha do caderno, ama.
E pensa no sofá, na cama, na carteira verde.
Pensa no caminho, no Uno Young 1.0 .
E acolhe e abraça.
É desordem e é alento,
É carinho e é paixão. É, paixão!
É alegria e é dúvida,
É alma e é coração.
É vida e é vontade, mas tudo sem deixar de ser apenas Riso.