quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Bom dia, Drummond


“Há muito tempo, sim, que não te escrevo.
Ficaram velhas todas as notícias.
Eu mesmo envelheci"...

Tomei a liberdade de me apossar deste trechinho de Drummond justamente porque ele se enquadra bem no meu sumiço. O fato é que estou sem internet no local onde me encontro. Tenho tantas coisas pra escrever, tenho mesmo escrito regularmente, mas existe algo chamado "área não coberta por telefonia celular" que me impede completamente.
Tenho passado meus sob o céu multi-cor de Chapéu de Sol, meu paraíso perdido. São manhães, tardes, noites, sempre tão levemente amaciadas pelas brisas do mar. Entretanto, as vindas a Campos ainda são necessárias, mesmo que para colher resultados ruins. Enfim, se caiu, levanta porque o show não pode parar. A queda foi dura, o chão parecia distante, mas lá estava ele. Do chão não passa. Verdade. O fato é que o cavalo branco não estava lá. Nem o colchão de ar e nem mesmo uma pocinha pra amortecer. Cai. E ainda se fosse de madura, talvez doesse menos. Mas não. Acho que o propósito da queda foi o amadurecimento. Espero que tenha surtido algum efeito.
E então, estamos na faculdade. Campos, cá estou. Por pelo menos mais seis anos.
Alegria pura ¬¬


e saudade...


pseudo-beijos